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Actualizado: há 20 semanas 3 dias atrás

Ave migradora asiática engana-se no trajeto migratório e termina nos EUA em vez de no Japão

Quarta, 28/12/2011 - 00:00

Um grou monge, que nidifica na China e Rússia e Inverna no Japão, está a fazer as delícias dos observadores de aves no estado norte americano do Tennessee ao ter-se associado, desde meados de dezembro a um bando de grou canadiano se instalou para passar o inverno no refúgio do Tennessee Wildlife Resources Agency.


Os observadores de aves norte americanos tiveram, este ano, uma invulgar prenda de Natal antecipada, ao poder admirar numa Reserva do estado do Tennessee, uma espécie de ave que apenas ocorre na Ásia.

Trata-se de um grou monge, Grus monacha, que nidifica no Sul da Rússia e no Norte da China e migra para o Japão para invernar, mas que acabou por aparecer em meados de dezembro no estado do sudeste dos Estados Unidos, associado a um bando de grou canadiano (Grus canadensis).

A ave está a “causar sensação”, tendo já atraído à cidade de Birchwood perto do refúgio do Tennessee Wildlife Resources Agency onde se instalou para passar o inverno com os grous canadianos, 700 observadores de aves de 26 estados norte americanos e até da Rússia.

Melinda Welton, membro da direção da Tennessee Ornithological Society, explica não é provável que a ave tenha fugido de cativeiro, uma vez que não possui nenhuma anilha nem qualquer outro tipo de marca, considerando plausível que seja um animal que se desorientou na sua migração anual, algo que não é inédito.

*Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico*

Fonte: www.telegraph.co.uk

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Os observadores de aves norte americanos tiveram, este ano, uma invulgar prenda de Natal antecipada, ao poder admirar numa Reserva do estado do Tennessee, uma espécie de ave que apenas ocorre na Ásia.

Trata-se de um grou monge, Grus monacha, que nidifica no Sul da Rússia e no Norte da China e migra para o Japão para invernar, mas que acabou por aparecer em meados de dezembro no estado do sudeste dos Estados Unidos, associado a um bando de grou canadiano (Grus canadensis).

A ave está a “causar sensação”, tendo já atraído à cidade de Birchwood perto do refúgio do Tennessee Wildlife Resources Agency onde se instalou para passar o inverno com os grous canadianos, 700 observadores de aves de 26 estados norte americanos e até da Rússia.

Melinda Welton, membro da direção da Tennessee Ornithological Society, explica não é provável que a ave tenha fugido de cativeiro, uma vez que não possui nenhuma anilha nem qualquer outro tipo de marca, considerando plausível que seja um animal que se desorientou na sua migração anual, algo que não é inédito.

*Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico*

Fonte: www.telegraph.co.uk

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Um grou monge, que nidifica na China e Rússia e Inverna no Japão, está a fazer as delícias dos observadores de aves no estado norte americano do Tennessee ao ter-se associado, desde meados de dezembro, a um bando de grou canadiano se instalou para passar o inverno no refúgio do Tennessee Wildlife Resources Agency.


Os observadores de aves norte americanos tiveram, este ano, uma invulgar prenda de Natal antecipada, ao poder admirar numa Reserva do estado do Tennessee, uma espécie de ave que apenas ocorre na Ásia.

Trata-se de um grou monge, Grus monacha, que nidifica no Sul da Rússia e no Norte da China e migra para o Japão para invernar, mas que acabou por aparecer em meados de dezembro no estado do sudeste dos Estados Unidos, associado a um bando de grou canadiano (Grus canadensis).

A ave está a “causar sensação”, tendo já atraído à cidade de Birchwood perto do refúgio do Tennessee Wildlife Resources Agency onde se instalou para passar o inverno com os grous canadianos, 700 observadores de aves de 26 estados norte americanos e até da Rússia.

Melinda Welton, membro da direção da Tennessee Ornithological Society, explica não é provável que a ave tenha fugido de cativeiro, uma vez que não possui nenhuma anilha nem qualquer outro tipo de marca, considerando plausível que seja um animal que se desorientou na sua migração anual, algo que não é inédito.

*Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico*

Fonte: www.telegraph.co.uk

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Noruega: Desenvolvido método de quantificação do risco associado às espécies exóticas

Terça, 27/12/2011 - 00:00

O método permite classificar cada espécie não-nativa em 5 categorias de acordo com cálculos efetuados a partir de características como a sua capacidade reprodutora, a taxa de crescimento, as densidades individuais, as densidades populacionais, a prevalência e os efeitos ambientais.


O aumento da mobilidade a nível internacional potencia a introdução de espécies não-indígenas, algumas das quais podem ter impactos muito elevados no ambiente, nomeadamente nas espécies nativas, sendo muito importante conhecer o perigo ambiental que representam.

Graças ao trabalho de uma equipa de cientistas da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia, já é possível quantificar os riscos ambientais associados a cada espécie exótica no país escandinavo.

Os investigadores desenvolveram um método que permite classificar cada espécie não-indígena de acordo com o perigo que representa para os ecossistemas noruegueses numa de 5 categorias: Espécies de risco muito elevado, Espécies de risco elevado, Espécie de risco potencialmente  elevado, Espécies de baixo risco e Espécies sem risco associado.

A classificação faz-se através de uma análise que se baseia em características específicas como a capacidade reprodutora, a taxa de crescimento, as densidades individuais, as densidades populacionais, a prevalência e o seus efeitos, que permitem representar o perigo associado a cada uma num gráfico bidimensional que tem como eixos a probabilidade das espécie se propagar e a capacidade de estabelecer-se num ambiente, e o seu impacto nas espécies autóctones e nos habitats.

Esta nova metodologia vai ser utilizada para atualização, em 2012, da Lista Negra Norueguesa, que foi publicada pela primeira vez em 2007 e que determina quão ameaçadora é cada espécie exótica para os ecossistemas deste país do Norte da Europa, estando prevista a sua aplicação a 2600 espécies.

Embora a metodologia tenha sido idealizada com base na realidade norueguesa, apresenta-se como uma ferramenta que, adaptada a outros ambientes, pode ser muito útil também noutros países, nalguns com maiores problemas no que toca às espécies exóticas, vindo colmatar uma lacuna no conhecimento científico, já que, até à data, não existe nenhuma abordagem acordada internacionalmente para a medir o risco ambiental que cada espécie invasora representa.

*Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico*

Fonte: www.sciencedaily.com

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Noruega: Desenvolvido método de quantificação do risco associado às espécies exóticas

Terça, 27/12/2011 - 00:00

O método permite classificar cada espécie não-nativa em 5 categorias de acordo com cálculos efetuados a partir de características como a sua capacidade reprodutora, a taxa de crescimento, as densidades individuais, as densidades populacionais, a prevalência e os efeitos ambientais.


O aumento da mobilidade a nível internacional potencia a introdução de espécies não-indígenas, algumas das quais podem ter impactos negativos consideráveis no ambiente, nomeadamente nas espécies nativas, sendo muito importante conhecer o perigo ambiental que representam.

Graças ao trabalho de uma equipa de cientistas da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia, já é possível quantificar os riscos ambientais associados a cada espécie exótica no país escandinavo.

Os investigadores desenvolveram um método que permite classificar cada espécie não-indígena de acordo com o perigo que representa para os ecossistemas noruegueses numa escala com 5 categorias: Espécies de risco muito elevado, Espécies de risco elevado, Espécie de risco potencialmente  elevado, Espécies de baixo risco e Espécies sem risco associado.

A classificação faz-se através de uma análise que se baseia em características específicas como a capacidade reprodutora, a taxa de crescimento, as densidades individuais, as densidades populacionais, a prevalência e o seus efeitos, que permitem representar o perigo associado a cada uma num gráfico bidimensional que tem como eixos a probabilidade das espécie se propagar e a capacidade de estabelecer-se num ambiente, e o seu impacto nas espécies autóctones e nos habitats.

Esta nova metodologia vai ser utilizada para atualização, em 2012, da Lista Negra Norueguesa, que foi publicada pela primeira vez em 2007 e que determina quão ameaçadora é cada espécie exótica para os ecossistemas deste país do Norte da Europa, estando prevista a sua aplicação a 2600 espécies.

Embora a metodologia tenha sido idealizada com base na realidade norueguesa, apresenta-se como uma ferramenta que, adaptada a outros ambientes, pode ser muito útil também noutros países, nomeadamente alguns com maiores problemas no que toca às espécies exóticas, vindo colmatar uma lacuna no conhecimento científico, já que, até à data, não existe nenhuma abordagem acordada internacionalmente para a medir o risco ambiental que cada espécie invasora representa.

*Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico*

Fonte: www.sciencedaily.com

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Noruega: Desenvolvido método de quantificação do risco associado às espécies exóticas

Terça, 27/12/2011 - 00:00

O método permite classificar cada espécie não-nativa em 5 categorias de acordo com cálculos efetuados a partir de características como a sua capacidade reprodutora, a taxa de crescimento, as densidades individuais, as densidades populacionais, a prevalência e os efeitos ambientais.


O aumento da mobilidade a nível internacional potencia a introdução de espécies não-indígenas, algumas das quais podem ter impactos negativos consideráveis no ambiente, nomeadamente nas espécies nativas, sendo muito importante conhecer o perigo ambiental que representam.

Graças ao trabalho de uma equipa de cientistas da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia, já é possível quantificar os riscos ambientais associados a cada espécie exótica no país escandinavo.

Os investigadores desenvolveram um método que permite classificar cada espécie não-indígena de acordo com o perigo que representa para os ecossistemas noruegueses numa escala com 5 categorias: Espécies de risco muito elevado, Espécies de risco elevado, Espécie de risco potencialmente  elevado, Espécies de baixo risco e Espécies sem risco associado.

A classificação faz-se através de uma análise que se baseia em características específicas como a capacidade reprodutora, a taxa de crescimento, as densidades individuais, as densidades populacionais, a prevalência e o seus efeitos, que permitem representar o perigo associado a cada uma num gráfico bidimensional que tem como eixos a probabilidade das espécie se propagar e a capacidade de estabelecer-se num ambiente, e o seu impacto nas espécies autóctones e nos habitats.

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Embora a metodologia tenha sido idealizada com base na realidade norueguesa, apresenta-se como uma ferramenta que, adaptada a outros ambientes, pode ser muito útil também noutros países, nomeadamente alguns com maiores problemas no que toca às espécies exóticas, vindo colmatar uma lacuna no conhecimento científico, já que, até à data, não existe nenhuma abordagem acordada internacionalmente para a medir o risco ambiental que cada espécie invasora representa.

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Graças ao trabalho de uma equipa de cientistas da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia, já é possível quantificar os riscos ambientais associados a cada espécie exótica no país escandinavo.

Os investigadores desenvolveram um método que permite classificar cada espécie não-indígena de acordo com o perigo que representa para os ecossistemas noruegueses numa escala com 5 categorias: Espécies de risco muito elevado, Espécies de risco elevado, Espécie de risco potencialmente  elevado, Espécies de baixo risco e Espécies sem risco associado.

A classificação faz-se através de uma análise que se baseia em características específicas como a capacidade reprodutora, a taxa de crescimento, as densidades individuais, as densidades populacionais, a prevalência e o seus efeitos, que permitem representar o perigo associado a cada uma num gráfico bidimensional que tem como eixos a probabilidade das espécie se propagar e a capacidade de estabelecer-se num ambiente, e o seu impacto nas espécies autóctones e nos habitats.

Esta nova metodologia vai ser utilizada para atualização, em 2012, da Lista Negra Norueguesa, que foi publicada pela primeira vez em 2007 e que determina quão ameaçadora é cada espécie exótica para os ecossistemas deste país do Norte da Europa, estando prevista a sua aplicação a 2600 espécies.

Embora a metodologia tenha sido idealizada com base na realidade norueguesa, apresenta-se como uma ferramenta que, adaptada a outros ambientes, pode ser muito útil também noutros países, nomeadamente alguns com maiores problemas no que toca às espécies exóticas, vindo colmatar uma lacuna no conhecimento científico, já que, até à data, não existe nenhuma abordagem acordada internacionalmente para a medir o risco ambiental que cada espécie invasora representa.

Os interessados poderão aceder a informação adicional em http://www.ntnu.edu/news/alien-species

*Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico*

Fonte: www.sciencedaily.com

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Oferta de exemplares do Diário da Natureza 2012 em novo passatempo Naturlink no Facebook

Terça, 27/12/2011 - 00:00

Na sequência do recente lançamento da série de passatempos ambientais da Naturlink no Facebook, destinados a promover produtos, serviços e projetos da área do Ambiente que consideramos particularmente interessantes, convidamos-vos a participar no passatempo ‘Diário da Natureza 2012’, através do qual poderão receber 3 destas belas agendas artísticas e didáticas.


Como 2º de uma série de passatempos destinados a proporcionar visibilidade adicional a produtos, serviços e projetos da área do Ambiente e Gestão de Recursos Naturais que o portal Naturlink considera de particular interesse,  recorremos de novo à nossa página no Facebook http://www.facebook.com/pages/Naturlink/122796594434348 para ofertar desta vez três exemplares do belo Diário da Natureza 2012, que este ano tem por tema “Rios, Riachos e Charcos”. Os vencedores do passatempo serão escolhidos via Facebook pela própria comunidade de utilizadores, em função do interesse gerado pelas intervenções de cada fã.

Depois de 2010 e 2011, o Diário da Natureza 2012 é uma agenda desenhada e escrita pela Profª Luísa Ferreira Nunes, doutorada em ecologia de insectos, que combina a agenda anual com ilustrações muito bonitas e com alguns textos lúdicos e didáticos sobre estes ecossistemas aquáticos. Neste passatempo, o portal Naturlink entregará três exemplares do Diário da Natureza 2012 amavelmente oferecidos pela Editora Planeta Vivo http://www.planetavivo.pt , que se dedica à elaboração e publicação de obras de divulgação científica da área das Ciências Naturais.

O passatempo funciona da seguinte forma: sugere-se aos fãs da página Naturlink no Facebook que comentem a foto da capa do Diário da Natureza 2012 durante um período de 48 horas, colocando um comentário sobre o tema subjacente ao passatempo (neste caso os rios, riachos e charcos), comentários esses que podem seguir qualquer tónica, desde que não sejam considerados rudes/inapropriados pela equipa da Naturlink, podendo ser, por exemplo, comentários técnicos, poéticos, cómicos, informativos. Será considerado um comentário por fã, o primeiro que cada pessoa colocar. No caso deste passatempo, os três comentários que tiverem maior número de votos (atribuídos pelos fãs da página através dos botões de “gosto”/”like”) serão os vencedores e será ofertado a cada um dos seus autores um exemplar do “Diário da Natureza 2012”.

Boa sorte e esperamos que se divirtam!

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O método permite classificar cada espécie não-nativa em 5 categorias de acordo com cálculos efetuados a partir de características como a sua capacidade reprodutora, a taxa de crescimento, as densidades individuais, as densidades populacionais, a prevalência e os efeitos ambientais.


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Os investigadores desenvolveram um método que permite classificar cada espécie não-indígena de acordo com o perigo que representa para os ecossistemas noruegueses numa escala com 5 categorias: Espécies de risco muito elevado, Espécies de risco elevado, Espécie de risco potencialmente  elevado, Espécies de baixo risco e Espécies sem risco associado.

A classificação faz-se através de uma análise que se baseia em características específicas como a capacidade reprodutora, a taxa de crescimento, as densidades individuais, as densidades populacionais, a prevalência e o seus efeitos, que permitem representar o perigo associado a cada uma num gráfico bidimensional que tem como eixos a probabilidade das espécie se propagar e a capacidade de estabelecer-se num ambiente, e o seu impacto nas espécies autóctones e nos habitats.

Esta nova metodologia vai ser utilizada para atualização, em 2012, da Lista Negra Norueguesa, que foi publicada pela primeira vez em 2007 e que determina quão ameaçadora é cada espécie exótica para os ecossistemas deste país do Norte da Europa, estando prevista a sua aplicação a 2600 espécies.

Embora a metodologia tenha sido idealizada com base na realidade norueguesa, apresenta-se como uma ferramenta que, adaptada a outros ambientes, pode ser muito útil também noutros países, nomeadamente alguns com maiores problemas no que toca às espécies exóticas, vindo colmatar uma lacuna no conhecimento científico, já que, até à data, não existe nenhuma abordagem acordada internacionalmente para a medir o risco ambiental que cada espécie invasora representa.

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Oferta de exemplares do Diário da Natureza 2012 em novo passatempo Naturlink no Facebook

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Como 2º de uma série de passatempos destinados a proporcionar visibilidade adicional a produtos, serviços e projetos da área do Ambiente e Gestão de Recursos Naturais que o portal Naturlink considera de particular interesse,  recorremos de novo à nossa página no Facebook http://www.facebook.com/pages/Naturlink/122796594434348 para ofertar desta vez três exemplares do belo Diário da Natureza 2012, que este ano tem por tema “Rios, Riachos e Charcos”. Os vencedores do passatempo serão escolhidos via Facebook pela própria comunidade de utilizadores, em função do interesse gerado pelas intervenções de cada fã.

Depois de 2010 e 2011, o Diário da Natureza 2012 é uma agenda desenhada e escrita pela Profª Luísa Ferreira Nunes, doutorada em ecologia de insectos, que combina a agenda anual com ilustrações muito bonitas e com alguns textos lúdicos e didáticos sobre estes ecossistemas aquáticos. Neste passatempo, o portal Naturlink entregará três exemplares do Diário da Natureza 2012 amavelmente oferecidos pela Editora Planeta Vivo http://www.planetavivo.pt , que se dedica à elaboração e publicação de obras de divulgação científica da área das Ciências Naturais.

O passatempo funciona da seguinte forma: sugere-se aos fãs da página Naturlink no Facebook que comentem a foto da capa do Diário da Natureza 2012 durante um período de 48 horas, colocando um comentário sobre o tema subjacente ao passatempo (neste caso os rios, riachos e charcos), comentários esses que podem seguir qualquer tónica, desde que não sejam considerados rudes/inapropriados pela equipa da Naturlink, podendo ser, por exemplo, comentários técnicos, poéticos, cómicos, informativos. Será considerado um comentário por fã, o primeiro que cada pessoa colocar. No caso deste passatempo, os três comentários que tiverem maior número de votos (atribuídos pelos fãs da página através dos botões de “gosto”/”like”) serão os vencedores e será ofertado a cada um dos seus autores um exemplar do “Diário da Natureza 2012”.

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Áreas Importantes para as Aves Marinhas em Portugal não estão ainda classificadas

Quinta, 17/11/2011 - 00:00

As Áreas Importantes para as Aves marinhas (IBAs) propostas pela Sociedade para o Estudo das Aves (SPEA) em 2008, como resultado do projecto LIFE IBAS marinhas, foram reconhecidas pela Convenção sobre Diversidade Biológica, mas em Portugal continental, estas IBAs inventariadas esperam ainda esta classificação.


Em 2008 foi finalizado o Projecto LIFE IBAs Marinhas, um projecto pioneiro coordenado pela SPEA e desenvolvido em paralelo com um projecto semelhante implementado em Espanha pela Sociedade Espanhola de Ornitologia (SEO), cujo resultado principal foi a identificação e descrição em inventário das Áreas Importantes para as Aves (IBA) marinhas em Portugal e Espanha.

No âmbito de ambos os projectos, a definição destas IBAs pressupõe, a sua posterior classificação como Áreas Marinhas Protegidas (AMPs) - aplicação da Rede Natura 2000 ao meio marinho, por parte dos governos Português e Espanhol. Em Espanha, o Governo decretou com o requerido estatuto legal 41 das 44 IBAs do inventário. Já em Portugal continental, todas as IBAs do inventário esperam ainda esta classificação, estando sujeita a sucessivos, incompreensíveis e infundados adiamentos por parte do Governo Português.

“Apesar do pioneirismo do projecto LIFE IBAs marinhas, do qual o Instituto da Conservação da Natureza e Biodiversidade também foi parceiro, o Governo Português continua a ficar para trás quando se trata de decretar IBAs marinhas com o estatuto legal exigido”, comenta Iván Ramírez, coordenador do Programa
Marinho da SPEA.

No passado mês de Setembro, no âmbito de uma proposta da BirdLife Internacional, organização da qual a SPEA é o parceiro Português, à Convenção sobre a Diversidade Biológica (CBD), as 4 IBAs oceânicas definidas no inventário de IBAs Português, foram reconhecidas como Áreas Marinhas de Importância Ecológica e Biológica (EBSAs). Este reconhecimento constitui mais um êxito do trabalho realizado pela SPEA e uma validação por entidades internacionais independentes e conceituadas, dos critérios usados para a definição destas áreas como IBAs.

As EBSAs são definidas com base em critérios científicos, e são utilizadas como ferramentas para identificar áreas importantes para a estrutura e o funcionamento dos ecossistemas marinhos, ou de um ecossistema em particular. Esta classificação não confere um estatuto legal, e estas áreas não
são geridas da mesma maneira que as AMPs. Esta classificação tem como intuito sensibilizar e alertar para as actividades que possam de alguma maneira constituir uma ameaça para uma área.

Esta classificação internacional vem salientar a urgência de um processo de classificação das IBAs como Áreas Marinhas Protegidas por parte do Governo Português, ao abrigo do que ficou estabelecido no projecto LIFE Marinhas, atribuindo dessa forma uma protecção legal às áreas já definidas como ecologicamente importantes para a biodiversidade marinha nas nossas águas.

Fonte: www.spea.pt

Leituras adicionais:

O projecto “Ilhas Santuário para as Aves Marinhas” planta milhares de plantas endémicas no Ilhéu de Vila Franca do Campo

Estudo avalia quantas aves passam o Inverno na Costa de Portugal

Categorias: AMBIENTE

EUA: Estdo comprova que o controlo das emissões é eficaz na redução da chuva ácida

Quinta, 17/11/2011 - 00:00

Um relatório do National Atmospheric Deposition Program que avaliou a frequência e duração dos eventos de chuva ácida nos EUA entre 1984 e 2009 revelou que este fenómeno associado à poluição diminuiu significativamente acompanhando a imposição de restrições às emissões de sulfatos e nitratos.


Foram recentemente apresentados os resultados de uma análise realizada nos Estados Unidos para avaliar até que ponto o controlo das emissões poluentes é eficaz na redução da chuva ácida.

A poluição acídica na chuva, denominada vulgarmente “Chuva Ácida”, é uma consequência da libertação na atmosfera de grandes quantidades de gases como o dióxido de carbono, dióxido de enxofre e óxidos de azoto que acabam por reagir com a água atmosférica produzindo ácido sulfúrico ou ácido nítrico.

Estas emissões excessivas estão diretamente associadas a sobretudo, atividades humanas, como a produção de energia elétrica, as indútrias ou a circulação de veículos motorizados, têm consequências adversas não só para as florestas, cursos de água e solos mas também para os edifícios e monumentos históricos, nomeadamente aqueles construídos ou revestidos a pedra.

Nos Estados Unidos o controlo das emissões poluentes concretizou-se através de Alteração ao Clean Air Act em 1990. No entanto, até agora, não tinha ainda sido feito um estudo a nível nacional para determinar se essa regulamentação das emissões tinha resultado.

Esse estudo surgiu recentemente, realizado pelo National Atmospheric Deposition Program (NADP), que analisou a evolução da frequência e concentração de chuva ácida em 250 pontos dos Estados Unidos entre 1984 e 2009.

Os resultados revelaram que houve efetivamente uma redução das chuvas ácidas no período analisado, que acompanhou de perto redução de 50% nas emissões de sulfatos e 30% nas emissões de nitratos.

Perante estes resultados, Christopher Lehman, investigador do NADP, afirma “Estamos a ver que a regulamentação aplicada às fontes de emissões têm um impacto direto e positivo na redução dos poluentes na chuva”.

No entanto, o cientista é perentório “Continuamos a ter chuva ácida (..). Sim, a tendência é de declínio, e devemos celebrá-lo mas [a chuva ácida] continua a ser um problema. Ainda há progressos a fazer, e há novas regulamentações para sair que continuarão a reduzir as emissões de compostos de enxofre e azoto”.

*Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico*

Fonte: www.sciencedaily.com

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EUA: Estudo comprova que o controlo das emissões é eficaz na redução da chuva ácida

Quinta, 17/11/2011 - 00:00

Um relatório do National Atmospheric Deposition Program que avaliou a frequência e duração dos eventos de chuva ácida nos EUA entre 1984 e 2009 revelou que este fenómeno associado à poluição diminuiu significativamente acompanhando a imposição de restrições às emissões de sulfatos e nitratos.


Foram recentemente apresentados os resultados de uma análise realizada nos Estados Unidos para avaliar até que ponto o controlo das emissões poluentes é eficaz na redução da chuva ácida.

A poluição acídica na chuva, denominada vulgarmente “Chuva Ácida”, é uma consequência da libertação na atmosfera de grandes quantidades de gases como o dióxido de carbono, dióxido de enxofre e óxidos de azoto que acabam por reagir com a água atmosférica produzindo ácido sulfúrico ou ácido nítrico.

Estas emissões excessivas estão diretamente associadas a sobretudo, atividades humanas, como a produção de energia elétrica, as indútrias ou a circulação de veículos motorizados, têm consequências adversas não só para as florestas, cursos de água e solos mas também para os edifícios e monumentos históricos, nomeadamente aqueles construídos ou revestidos a pedra.

Nos Estados Unidos o controlo das emissões poluentes concretizou-se através de Alteração ao Clean Air Act em 1990. No entanto, até agora, não tinha ainda sido feito um estudo a nível nacional para determinar se essa regulamentação das emissões tinha resultado.

Esse estudo surgiu recentemente, realizado pelo National Atmospheric Deposition Program (NADP), que analisou a evolução da frequência e concentração de chuva ácida em 250 pontos dos Estados Unidos entre 1984 e 2009.

Os resultados revelaram que houve efetivamente uma redução das chuvas ácidas no período analisado, que acompanhou de perto redução de 50% nas emissões de sulfatos e 30% nas emissões de nitratos.

Perante estes resultados, Christopher Lehman, investigador do NADP, afirma “Estamos a ver que a regulamentação aplicada às fontes de emissões têm um impacto direto e positivo na redução dos poluentes na chuva”.

No entanto, o cientista é perentório “Continuamos a ter chuva ácida (..). Sim, a tendência é de declínio, e devemos celebrá-lo mas [a chuva ácida] continua a ser um problema. Ainda há progressos a fazer, e há novas regulamentações para sair que continuarão a reduzir as emissões de compostos de enxofre e azoto”.

*Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico*

Fonte: www.sciencedaily.com

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Áreas Importantes para as Aves Marinhas em Portugal não estão ainda classificadas

Quinta, 17/11/2011 - 00:00

As Áreas Importantes para as Aves marinhas (IBAs) propostas pela Sociedade para o Estudo das Aves (SPEA) em 2008, como resultado do projecto LIFE IBAS marinhas, foram reconhecidas pela Convenção sobre Diversidade Biológica, mas em Portugal continental, estas IBAs inventariadas esperam ainda esta classificação.


Em 2008 foi finalizado o Projecto LIFE IBAs Marinhas, um projecto pioneiro coordenado pela SPEA e desenvolvido em paralelo com um projecto semelhante implementado em Espanha pela Sociedade Espanhola de Ornitologia (SEO), cujo resultado principal foi a identificação e descrição em inventário das Áreas Importantes para as Aves (IBA) marinhas em Portugal e Espanha.

No âmbito de ambos os projectos, a definição destas IBAs pressupõe, a sua posterior classificação como Áreas Marinhas Protegidas (AMPs) - aplicação da Rede Natura 2000 ao meio marinho, por parte dos governos Português e Espanhol. Em Espanha, o Governo decretou com o requerido estatuto legal 41 das 44 IBAs do inventário. Já em Portugal continental, todas as IBAs do inventário esperam ainda esta classificação, estando sujeita a sucessivos, incompreensíveis e infundados adiamentos por parte do Governo Português.

“Apesar do pioneirismo do projecto LIFE IBAs marinhas, do qual o Instituto da Conservação da Natureza e Biodiversidade também foi parceiro, o Governo Português continua a ficar para trás quando se trata de decretar IBAs marinhas com o estatuto legal exigido”, comenta Iván Ramírez, coordenador do Programa
Marinho da SPEA.

No passado mês de Setembro, no âmbito de uma proposta da BirdLife Internacional, organização da qual a SPEA é o parceiro Português, à Convenção sobre a Diversidade Biológica (CBD), as 4 IBAs oceânicas definidas no inventário de IBAs Português, foram reconhecidas como Áreas Marinhas de Importância Ecológica e Biológica (EBSAs). Este reconhecimento constitui mais um êxito do trabalho realizado pela SPEA e uma validação por entidades internacionais independentes e conceituadas, dos critérios usados para a definição destas áreas como IBAs.

As EBSAs são definidas com base em critérios científicos, e são utilizadas como ferramentas para identificar áreas importantes para a estrutura e o funcionamento dos ecossistemas marinhos, ou de um ecossistema em particular. Esta classificação não confere um estatuto legal, e estas áreas não
são geridas da mesma maneira que as AMPs. Esta classificação tem como intuito sensibilizar e alertar para as actividades que possam de alguma maneira constituir uma ameaça para uma área.

Esta classificação internacional vem salientar a urgência de um processo de classificação das IBAs como Áreas Marinhas Protegidas por parte do Governo Português, ao abrigo do que ficou estabelecido no projecto LIFE Marinhas, atribuindo dessa forma uma protecção legal às áreas já definidas como ecologicamente importantes para a biodiversidade marinha nas nossas águas.

Fonte: www.spea.pt

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Hoje é o Dia Nacional do Mar

Quarta, 16/11/2011 - 00:00

O Dia Nacional do Mar é hoje assinalado com o anúncio, pela ministra Assunção Cristas, de que Portugal vai ter um novo navio oceanográfico, graças a um fundo financiado sobretudo pela Noruega.


O Dia nacional do Mar é uma data comemorativa da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (CNUDM), que entrou em vigor a 16 de Novembro de 1994, tendo sido ratificada por Portugal a 14 de Outubro de 1997. Um ano mais tarde, em 1998, o dia 16 de Novembro foi institucionalizado pela Resolução de Conselho de Ministros n.º 83/1998, de 10 de Julho, como o Dia Nacional do Mar.

A Ministra da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território anunciou que Portugal vai ter um novo navio de investigação oceanográfica, que substituirá o navio Noruega, que está praticamente esgotado. A ministra sublinhou que este é um “instrumento essencial para podermos continuar a desenvolver o conhecimento que temos no fundo do mar”.

“Neste momento, já é maior do que o que tínhamos há dez, mas temos de o continuar a desenvolver, porque sabemos que daí depende a forma como podemos no futuro utilizar o mar de uma forma sustentável”, acrescentou.

Assunção Cristas disse ainda compreender os constrangimentos orçamentais em Portugal, mas diz que esta compra, feito ao abrigo de um programa de ajuda, é um bom exemplo a seguir.


Fonte: www.lusa.pt

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Estudo: As espécies exóticas podem tornar-se importantes para a manutenção dos ecossistemas que invadem

Quarta, 16/11/2011 - 00:00

Um estudo levado por investigadores americanos revelou que, na Nova Zelândia, plantas de zonas onde os polinizadores naturais foram eliminados, não desapareceram uma vez que as ratazanas introduzidas, devido ao seu gosto pelo néctar, estão a cumprir essa função.


Cientistas da Universidade de Princeton (EUA) levaram a cabo um estudo recentemente publicado na revista Proceedings of the Royal Society B, que sugere que nem sempre a eliminação das espécies exóticas só por si é o mais acertado para garantir a conservação dos ecossistemas.

Os investigadores Dave Wilcove e David Pattemore investigaram na Nova Zelândia a saúde de três espécies de plantas nativas polinizadas por vertebrados em duas áreas distintas: na ilha principal, onde todos os polinizadores naturais – aves e morcegos - foram eliminados por rato-preto (Rattus rattus)  e numa reserva numa ilha onde persistiam essas espécies polinizadoras.

Os resultados surpreenderam, ao revelar que duas das espécies estudadas na área sem polinizadores naturais não desapareceram, como se esperava, porque foram polinizadas pelas ratazanas e por uma espécie não-autóctone de ave, que visitam as suas flores em busca do néctar.

Os autores concluem assim que as ratazanas e esta espécie não-nativa de ave, assumiram o papel de polinizadores nas zonas onde os agentes polinizadores originais desapareceram.

Isto significa, explica David Wilcove que “eliminar uma espécie invasora em benefício das espécies nativas pode prejudicar um ecossistema, uma dinâmica surpreendente que pode frustrar os esforços de recuperação dos ecossistemas.

Desta forma “os esforços para controlar pestes eminentemente prejudiciais têm de ser acompanhados por esforços para restaurar as espécies nativas em falta, para que as funções ecológicas importantes se mantenham. No caso da Ilha Norte, a eliminação das ratazanas sem a reintrodução das espécies endémicas e aves e morcegos pode ser prejudicial para as plantas nativas”.

Por outro lado, os resultados são alentadores por revelarem que as plantas cujos polinizadores naturais se extinguiram não estão condenadas e desaparecer também, pelo menos nos casos em que a polinização é asseguradas por múltiplas espécies.

*Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico*

Fontes: www.princeton.edu e www.bbc.co.uk

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Cientistas da Universidade de Princeton (EUA) levaram a cabo um estudo recentemente publicado na revista Proceedings of the Royal Society B, que sugere que nem sempre a eliminação das espécies exóticas só por si é o mais acertado para garantir a conservação dos ecossistemas.

Os investigadores Dave Wilcove e David Pattemore investigaram na Nova Zelândia a saúde de três espécies de plantas nativas polinizadas por vertebrados em duas áreas distintas: na ilha principal, onde todos os polinizadores naturais – aves e morcegos - foram eliminados por rato-preto (Rattus rattus), e numa reserva numa ilha onde persistiam essas espécies polinizadoras.

Os resultados surpreenderam, ao revelar que duas das espécies estudadas na área sem polinizadores naturais não desapareceram, como se esperava, porque foram polinizadas pelas ratazanas e por uma espécie não-autóctone de ave, que visitam as suas flores em busca do néctar.

Os autores concluem assim que as ratazanas e esta espécie não-nativa de ave, assumiram o papel de polinizadores nas zonas onde os agentes polinizadores originais desapareceram.

Isto significa, explica David Wilcove que “eliminar uma espécie invasora em benefício das espécies nativas pode prejudicar um ecossistema, uma dinâmica surpreendente que pode frustrar os esforços de recuperação dos ecossistemas".

Desta forma “os esforços para controlar pestes eminentemente prejudiciais têm de ser acompanhados por esforços para restaurar as espécies nativas em falta, para que as funções ecológicas importantes se mantenham. No caso da Ilha Norte, a eliminação das ratazanas sem a reintrodução das espécies endémicas de aves e morcegos pode ser prejudicial para as plantas nativas”.

Por outro lado, os resultados são alentadores por revelarem que as plantas cujos polinizadores naturais se extinguem não estão condenadas a desaparecer também, pelo menos nos casos em que a polinização é assegurada por múltiplas espécies.

*Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico*

Fontes: www.princeton.edu e www.bbc.co.uk

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Estudo: A perseguição humana constitui uma ameaça mais séria do que se penava para os orangotangos na Indonésia

Quarta, 16/11/2011 - 00:00

Um estudo revelou que entre abril de 2007 e abril de 2008 foram mortos por humanos 750-1800 destes grandes símios asiáticos para obtenção da carne, porque invadiram os campos de cultivo das povoações vizinhas ou por causa de outros conflitos.


São duas as espécies de orangotango (Pongo sp.) que habitam o continente Asiático, mais precisamente a ilha de Sumatra (orangotango de Sumatra – Pongo abelii) e a ilha do Bornéu (orangotango do Bornéu – Pongo pygmaeus).

Ambas as espécies se encontram ameaçadas, sendo classificadas como “Criticamente em Perigo” no caso do orangotango de Sumatra, e “Em Perigo” no caso da espécie que ocorre no Bornéu, na Lista Vermelha das Espécies Ameaçadas.

As principais ameaças para ambas as espécies de orangotango são a desflorestação para obtenção da madeira ou para conversão em campos de cultivo, sobretudo de palmeiras (para produção de óleo de palma), e  a fragmentação de habitat.

A perseguição humana, sobretudo no caso do orangotango do Bornéu, também foi identificada como um problema, mas a sua gravidade nunca tinha sido devidamente avaliada.

Agora, surge um estudo sobre o tema que vem revelar que a mortalidade causada diretamente por humanos pode constituir uma ameaça mais séria do que se pensava.

O trabalho de investigação, cujos resultados foram publicados há poucos dias na revista PLoS One, foi realizado por várias organizações privadas como a WWF e a Associação Indonésia de Especialistas e Observadores de Primatas na ilha do Bornéu, e envolveu a realização de entrevistas a 6983 habitantes de 687 povoações em 3 províncias de Kalimantan, entre abril de 2008 e setembro de 2009.

Os resultados, extrapolados para a dimensão da população humana local, deram a conhecer a alarmante realidade de que pelo menos 750 orangotangos morrem às mãos do Homem anualmente.

Com efeito, a investigação revelou que entre abril de 2007 e abril de 2008, foram mortos anualmente 750-1800 animais, com os números relativos aos anos anteriores a serem ainda maiores, atingindo os 1950-3100 indivíduos.

A principal motivação por detrás destas mortes foi a obtenção de alimento (54%), embora a invasão e danificação dos campos de cultivo por parte dos orangotangos também tenha resultado significativa (10%), bem como a ocorrência de outros conflitos Homem-animal.

A perseguição acontece mesmo apesar da maioria dos perpetradores saberem que o orangotango é protegido por lei. Na Indonésia é ilegal matar orangotangos mas segundo Ashley Leiman, diretora da Fundação Orangotango, o governo raramente acusa ou castiga os responsáveis.

A mais recente estimativa populacional, datando de 2004, avaliou em 52 300-76 300 os orangotangos que sobrevivem no meio selvagem. No entanto, atualmente, devido à tendência de declínio dos últimos anos, os efetivos populacionais são provavelmente inferiores, segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza.

*Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico*

Fontes: www.newscientist.com, www.iucnredlist.org

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